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Bahia e Vitória reféns de uma boca
Terça, 24 de Junho de 2008, 09h03
por Edmilson Gouvêa

Todos nós sabemos que a imprensa tem um poder incrível. E no caso de ser usada para fins que não busque o engrandecimento do esporte ou investigação do que ocorre no mesmo e o que seria de mais importante para os amigos ouvintes. Informar! Caímos então no que de mais repugnante e nojento se delineia neste caso. O Autoritarismo!


Percebemos claramente que o perfil psicanalítico de quem fica atrás de um microfone. Muitas vezes faz conduzir a opinião pública ao seu perfil perpassando por pessoas ponderadas e conscientes que faz o ouvinte pensar e tirar suas conclusões, ou então o perfil do autoritário que impõe sua vontade e em alguns casos seus desejos.


Os dirigentes de Bahia e Vitória estão nas mãos de uma boca que impõe em sua personalidade altamente instável em uma busca incessante de auto-afirmação em um processo de recuperação da auto estima perdida em sua tenra infância compensada claramente na forma autoritária e impositiva com que manipula os dirigentes dos maiores clubes da Bahia.


Técnicos e jogadores são escalados e demitidos ao bel prazer da vontade de uma boca e o que mais impressiona é o motivo que faz os presidentes, diretores e conselheiros a se curvarem a este perfil de "corda bamba" da boca autoritária. Parece para quem está do lado externo deste foco que os envolvidos neste misto de amor e ódio estão em um processo de submissão por medo de enfrentar o autoritarismo que compões direta ou indiretamente a comunidade esportiva.


Freud Explica! Talvez.


 

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